Publicada em 31 de agosto de 2026, a terceira edição examina privacidade e proteção de dados pessoais no Brasil. Seu recorte individual inclui usuários de Internet com 16 anos ou mais. Desse grupo, 32% relataram tentativas de golpe
envolvendo dados pessoais, estimativa equivalente a 45 milhões de pessoas. Outros 20% declararam ter sido vítimas do mesmo tipo de crime. Os indicadores descrevem situações diferentes e pedem leitura separada. Uma tentativa relatada
não confirma, por si só, que a fraude foi concluída. Essa distinção impede somar os percentuais como partes de uma mesma medida. A edição reúne dados de usuários, empresas e órgãos públicos, embora cada indicador se refira a um
universo específico. Os 45 milhões correspondem às tentativas relatadas, não à proporção que declarou vitimização.
Entre os usuários que passaram por tentativas, aplicativos de mensagem foram mencionados com maior frequência: 84%. Chamadas telefônicas vieram em seguida, citadas por 79% desse grupo. Sites ou aplicativos falsos e SMS receberam 71%
cada, enquanto e-mail alcançou 69%. Redes sociais foram lembradas por 67%. Essa distribuição atravessa conversas, telefonia, páginas digitais, correio eletrônico e plataformas sociais. Os meios podem aparecer simultaneamente nos
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