Live gratuita sobre Cybersegurança na Era da Inteligência Artificial aborda deepfakes, fraudes e vibe coding

Cybersegurança na Era da Inteligência Artificial: participe da live gratuita sobre deepfakes, fraudes, vibe coding e proteção de dados.

Cybersegurança na Era da Inteligência Artificial
Cybersegurança na Era da Inteligência Artificial

Live gratuita sobre Cybersegurança na Era da Inteligência Artificial aborda deepfakes, fraudes e vibe coding

Cybersegurança na Era da Inteligência Artificial é o tema da live gratuita da EBAC que discutirá deepfakes, fraudes digitais, engenharia social, vibe coding e proteção de dados nas empresas.

O evento acontece em 24 de setembro, às 19h, em formato totalmente online, reunindo Gabriel Pato, Alan Dantas e Pedro Brocaldi para uma conversa voltada aos riscos que acompanham a adoção crescente da Inteligência Artificial.

A proposta é apresentar situações reais e recomendações aplicáveis a líderes, equipes e processos organizacionais, inclusive para participantes que não possuem formação técnica em cibersegurança.

Cybersegurança na Era da Inteligência Artificial: o que será abordado?

A Inteligência Artificial tornou diversas tarefas mais acessíveis, desde a criação de aplicações até automações e produção de conteúdo.

As mesmas tecnologias, entretanto, também podem ser utilizadas em tentativas de fraude, manipulação de conteúdo e outros ataques digitais.

A live abordará questões como:

  • golpes potencializados por IA;
  • fraudes digitais;
  • deepfakes;
  • clonagem e manipulação de identidades digitais;
  • engenharia social;
  • aplicações desenvolvidas sem critérios adequados de segurança;
  • riscos do vibe coding;
  • dependências inseguras;
  • exposição de informações;
  • uso de ferramentas públicas de IA;
  • conscientização de equipes;
  • práticas de segurança para empresas.

O objetivo é ajudar profissionais e organizações a reconhecer novos riscos e adotar medidas para reduzir sua exposição.

Deepfakes aumentam o desafio de verificar identidades

Um dos assuntos centrais do encontro será o uso de deepfakes para simular executivos, fornecedores e outras pessoas de confiança.

Tecnologias generativas conseguem produzir conteúdos cada vez mais convincentes envolvendo imagem, vídeo e voz.

Isso cria desafios para processos empresariais que dependem exclusivamente desses elementos para confirmar a identidade de uma pessoa.

Vídeo e voz exigem novas formas de verificação

A live discutirá por que vídeos, vozes e identidades digitais não devem ser tratados isoladamente como evidências suficientes.

Em ambientes corporativos, esse cenário reforça a importância de processos adicionais para validar solicitações sensíveis.

Uma tentativa de fraude pode, por exemplo, buscar convencer um colaborador de que uma determinada solicitação partiu de alguém conhecido.

O problema deixa de ser apenas tecnológico e passa também pela conscientização das pessoas e pelos processos adotados pela organização.

Engenharia social ganha uma nova dimensão com IA

Engenharia social explora principalmente o comportamento humano para induzir pessoas a executar ações ou revelar informações.

Com ferramentas generativas, determinados elementos utilizados nesse tipo de fraude podem ser produzidos com maior facilidade.

Mensagens, imagens, áudios e outros conteúdos podem ser utilizados para tornar uma tentativa de manipulação mais convincente.

A programação abordará maneiras de preparar equipes para identificar tentativas de manipulação e engenharia social.

Conscientização continua sendo importante

Ferramentas técnicas são apenas uma parte da estratégia de segurança.

Profissionais também precisam saber reconhecer situações fora do padrão e compreender quando uma solicitação deve passar por verificações adicionais.

Isso é especialmente importante para áreas que lidam com:

  • pagamentos;
  • informações confidenciais;
  • fornecedores;
  • credenciais;
  • dados de clientes;
  • contratos;
  • acessos;
  • sistemas corporativos.

A combinação de tecnologia, processos e conscientização ajuda a construir uma abordagem mais abrangente de proteção.

Vibe coding pode introduzir riscos de segurança

Outro destaque da live é o vibe coding, abordagem em que ferramentas de Inteligência Artificial auxiliam intensamente na geração e evolução de aplicações a partir de instruções em linguagem natural.

A facilidade para criar software pode aumentar a produtividade e permitir que mais pessoas desenvolvam protótipos e soluções.

Porém, utilizar código gerado por IA sem critérios adequados de segurança pode introduzir problemas.

Risco abordadoImpacto que merece atenção
Código inseguroPode introduzir vulnerabilidades
DependênciasBibliotecas e componentes precisam ser avaliados
DadosInformações podem ser expostas indevidamente
CredenciaisSegredos exigem tratamento adequado
IA públicaDados enviados precisam ser avaliados antes do compartilhamento
Engenharia socialPessoas podem ser manipuladas por conteúdos convincentes
DeepfakesIdentidades podem ser simuladas
AutomaçãoProcessos precisam de controles e supervisão

A discussão é relevante principalmente para empresas que estão incorporando rapidamente ferramentas generativas aos seus processos.

Cybersegurança na Era da Inteligência Artificial também aborda proteção de dados

A live Cybersegurança na Era da Inteligência Artificial também discutirá quais informações não devem ser compartilhadas com ferramentas públicas de IA.

Esse cuidado é importante porque profissionais podem utilizar serviços generativos para revisar documentos, analisar informações, produzir códigos ou auxiliar em tarefas administrativas.

Antes de enviar qualquer conteúdo para uma ferramenta externa, é necessário considerar as políticas da organização e as características do serviço utilizado.

Informações corporativas exigem cuidado

Dependendo do contexto, conteúdos internos podem envolver informações confidenciais, dados pessoais, credenciais, propriedade intelectual ou outros ativos que não deveriam ser enviados indiscriminadamente a serviços externos.

Por isso, empresas que adotam IA precisam combinar produtividade com políticas claras de utilização.

A governança passa a exercer um papel importante na definição de quais ferramentas podem ser utilizadas, para quais finalidades e com quais tipos de informação.

Segurança precisa acompanhar a adoção da IA nas empresas

A adoção rápida de Inteligência Artificial pode criar uma diferença entre a velocidade da inovação e a maturidade dos controles de segurança.

Equipes podem começar a utilizar novas ferramentas antes mesmo de a organização possuir políticas específicas para elas.

Nesse cenário, líderes de diferentes departamentos precisam participar da discussão. Segurança relacionada à IA não é responsabilidade exclusiva do departamento de TI.

Áreas como RH, Jurídico, Compliance, Operações, Administração e gestão de fornecedores também podem lidar diretamente com informações e processos afetados por essas tecnologias.

Quais práticas as empresas podem adotar?

Um dos objetivos da live é apresentar práticas essenciais que empresas e executivos podem começar a aplicar.

A programação pretende discutir medidas relacionadas às pessoas, aos processos e à própria utilização da tecnologia.

Entre os pontos que merecem atenção estão a validação de solicitações sensíveis, conscientização das equipes, proteção das informações e critérios para adoção de ferramentas de IA.

IA também precisa fazer parte da gestão de riscos

À medida que ferramentas generativas passam a participar de mais atividades empresariais, seu uso precisa ser considerado nas práticas de gestão de riscos.

Isso inclui avaliar:

  • quais ferramentas estão sendo utilizadas;
  • quais informações são enviadas para elas;
  • quem possui autorização para utilizá-las;
  • como aplicações geradas com IA são revisadas;
  • como códigos e dependências são avaliados;
  • quais processos exigem validação humana;
  • como colaboradores são preparados para novas fraudes.

A segurança precisa acompanhar a evolução das ferramentas utilizadas pela organização.

Para quem a live é indicada?

O evento foi estruturado para um público amplo e não exige formação técnica em cibersegurança.

A programação é indicada para:

  • empresários;
  • executivos;
  • membros de conselhos;
  • líderes de tecnologia;
  • profissionais de inovação;
  • gestores de transformação digital;
  • profissionais de Recursos Humanos;
  • equipes de Operações;
  • profissionais do Jurídico;
  • profissionais de Compliance;
  • gestores administrativos;
  • profissionais responsáveis por dados;
  • responsáveis por sistemas e fornecedores digitais;
  • empreendedores;
  • equipes que utilizam IA;
  • estudantes;
  • profissionais interessados em cibersegurança.

A abordagem pode ser especialmente útil para quem participa de decisões relacionadas à adoção de Inteligência Artificial dentro das organizações.

Conheça os participantes da conversa

A live reúne três profissionais com experiências relacionadas a cibersegurança, tecnologia, educação corporativa e transformação organizacional.

Gabriel Pato

Gabriel Pato atua com cibersegurança, comunicação e conscientização sobre riscos digitais.

Durante o encontro, sua participação traz uma perspectiva voltada a ataques, vulnerabilidades, comportamento humano e proteção no ambiente corporativo.

Alan Dantas

Alan Dantas atua nas áreas de educação, tecnologia, Inteligência Artificial e transformação organizacional.

Sua experiência envolve a conexão entre estratégia, desenvolvimento de pessoas e adoção responsável de novas tecnologias.

Pedro Brocaldi

Pedro Brocaldi atua com educação corporativa e soluções para empresas, trabalhando com desafios organizacionais, capacitação, transformação digital e aplicação de IA no ambiente profissional.

A combinação dessas perspectivas permite discutir cibersegurança não apenas como um desafio técnico, mas também como uma questão de gestão, processos e pessoas.

IA amplia possibilidades, mas exige novos cuidados

Empresas estão utilizando Inteligência Artificial para automatizar processos, desenvolver aplicações, produzir conteúdo e aumentar a produtividade.

Ao mesmo tempo, organizações precisam considerar como essas ferramentas modificam seu cenário de riscos.

Deepfakes tornam a verificação de identidade mais desafiadora. Ferramentas generativas podem ser utilizadas em engenharia social. O vibe coding permite desenvolver aplicações rapidamente, mas exige atenção à qualidade e à segurança do código produzido.

Compreender esses riscos ajuda empresas a aproveitar os benefícios da tecnologia sem ignorar controles essenciais de segurança.

A live Cybersegurança na Era da Inteligência Artificial está disponível gratuitamente pela EBAC:

https://ebaconline.com.br/webinars/b2b-livepato-2026-09-24

Evento: Cybersegurança na Era da Inteligência Artificial
Data: 24 de setembro
Horário: 19h
Formato: online
Participação: gratuita
Temas: IA, cibersegurança, deepfakes, fraudes digitais, engenharia social e vibe coding
Participantes: Gabriel Pato, Alan Dantas e Pedro Brocaldi

Faça sua inscrição e acompanhe a discussão para entender como a Inteligência Artificial está modificando os riscos digitais e quais cuidados podem ser incorporados à gestão, às equipes e aos processos das empresas.

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Avatar de Alexia Silva
Olá! Eu sou uma redatora graduada em Nutrição, que sempre teve um interesse especial pelo mundo da escrita e da tecnologia. Sou uma Geek de carteirinha e adoro explorar as novidades do mundo digital. Atualmente, estou me dedicando ao Guia de TI, onde falo sobre plataformas e programas gratuitos que envolvem tecnologia e inclusão. Estou animada para compartilhar minhas descobertas com vocês e ajudá-los a aproveitar ao máximo as ferramentas digitais disponíveis!